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método inteligente de rotinas arquitetônicas

Domine a rotina. O método para projetos à prova de erros.

A mtd. não vende curso de software. Vende estratégia. A construção do padrão que devolve ao arquiteto o tempo para criar, cortando o retrabalho, o clique desnecessário e a virada de noite por falta de processo.

mtd. é um braço técnico com apoio institucional da GOAH
pilares de conteúdo

A mágica revelada.

1
o atalho

O Atalho

O jeito difícil vs. o jeito mtd. — o processo longo, cortado.

2
a inteligência

A Inteligência

A lógica por trás de cada solução. Pensamos, não apertamos botões.

3
a estética do processo

A Estética do Processo

Tabelas, fluxos, mind maps. Organização vende.

a origem

Nascido na GOAH. Único para o seu escritório.

A mtd. não é teoria nova: nasceu de cinco anos coordenando projetos reais de 6 m² a 14.000 m² dentro da GOAH — comerciais, corporativos e de incorporação, com todas as disciplinas compatibilizadas. Essa é a expertise que a Gisele traz para o seu escritório: construir, com o seu time, um método próprio na sua ferramenta BIM. Não uma cópia.

5
anos coordenando o processo BIM na GOAH
14.000m²
o método já foi aplicado em diversas escalas de projetos
+180
projetos coordenados aprimorando a metodologia

É um braço que compartilha sabedoria técnica.

— Gisele Carvalho, arquiteta e sócia da GOAH

ecossistema mtd.

Extensões de arquivo. Módulos de sistema.

Cada consultoria nasce como um módulo: do diagnóstico gratuito à implantação de alto ticket.

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8 perguntas que revelam onde o seu escritório perde tempo.

Antes de abrir qualquer programa. Responda com honestidade. No fim, você recebe um diagnóstico do seu fluxo e os próximos passos.

pergunta 1 de 8
Existe um padrão de organização definido antes de você começar, ou decide na hora, projeto a projeto?
quase lá

seu diagnóstico está pronto.

Para onde enviamos o resultado e os próximos passos? Sem spam. Só o que ajuda o seu escritório.

preencha nome e um e-mail válido para ver o resultado.
seu diagnóstico
0/16

O problema do seu escritório não é o software.

Suas respostas mostram onde o retrabalho está nascendo. A mtd. constrói, junto com você, o padrão que resolve isso: do diagnóstico à autonomia da equipe.

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mtd.bim · núcleo

Implantação de método. Não curso de software.

Transferência de know-how de especialista: diagnosticamos o fluxo do seu escritório, modelamos um piloto real na sua ferramenta BIM e o transformamos no padrão oficial: da organização dos arquivos à compatibilização entre disciplinas, com autonomia para a equipe rodar sozinha.

falar com a gente

"Não trabalhe duro, trabalhe com inteligência."

— princípio mtd.
a causa

O inimigo é o trabalho improdutivo.

Retrabalho, clique desnecessário, virada de noite por falta de processo, burocracia burra. A mtd. é inimiga declarada de tudo isso.

como funciona

4 passos até a autonomia.

1

Diagnóstico

Mapeamos o fluxo atual do escritório e o nível de cada pessoa da equipe.

2

Projeto Piloto

Modelamos um projeto real do escritório junto com o time. Sem casinha genérica.

3

Template

Transformamos o piloto no padrão oficial do escritório.

4

Autonomia

Suporte até a equipe rodar o método sozinha, sem depender da mtd.

Corte caminho. Construa resultado.

Vagas limitadas por turma: a mtd. trabalha com poucos escritórios por vez para garantir a implantação real, não apostila genérica.

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A mágica revelada.

Produtividade em ArchiCAD, BIM e organização de projetos. Conteúdo técnico organizado pelos pilares da mtd., sem curso solto, sem apostila genérica.

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5 cliques que você não precisa dar todo dia no ArchiCAD

Todo escritório de arquitetura tem aquele profissional que é considerado o “mestre do software”. Ele conhece todos os atalhos, navega pela interface na velocidade da luz e, aparentemente, nunca trava o computador. Mas, se observarmos de perto, esse profissional passa horas do dia executando tarefas manuais repetitivas. Ele é rápido, mas será que está sendo produtivo?

A verdadeira eficiência no ArchiCAD não está na velocidade dos seus dedos, e sim na inteligência do seu processo. O “caminho longo” é a crença de que arquitetura é sobre desenhar; o jeito mtd. é a certeza de que arquitetura, no BIM, é sobre gerir dados.

Aqui estão 5 tarefas que talvez você ainda faça manualmente e que revelam que o seu fluxo de trabalho merece ser repensado.

1. Autotextos no lugar da edição manual de carimbos e pranchas

Se você abre a prancha para editar o nome do projeto ou a escala porque “deu problema”, você está perdendo tempo. O ArchiCAD foi feito para ser um banco de dados.

o jeito difícil

Editar cada caixa de texto manualmente em todas as folhas.

o jeito mtd.

Utilizar Autotextos vinculados às Informações do Projeto e variáveis de layout. Se a informação mudar no projeto, ela muda em todas as pranchas instantaneamente. Menos cliques, zero risco de erro de digitação.

2. Template estruturado no lugar de atributos “para ver no que dá”

Muitos arquitetos criam novos tipos de parede, materiais de construção ou superfícies conforme a necessidade do projeto, sem seguir um padrão. Isso infla o arquivo e destrói qualquer possibilidade de padronização.

o jeito difícil

Criar atributos “ad hoc” a cada novo projeto.

o jeito mtd.

Trabalhar com um template estruturado. O template não é apenas uma “caixinha” de paredes; é a regra do jogo. Se o atributo não está no template, ele não deve existir no seu fluxo sem uma justificativa técnica.

3. Mapa de Vistas configurado no lugar de atualizações manuais

Se você frequentemente precisa clicar em “atualizar” porque a vista está fora de sincronia, você não está usando o Mapa de Vistas a seu favor.

o jeito difícil

Gerenciar vistas de forma reativa, corrigindo a visualização no momento da impressão.

o jeito mtd.

O Mapa de Vistas é a sua central de comando. Cada vista deve ter uma Combinação de Vegetais, de Sobreposições e OVM pré-configurada. O clique de atualização deveria ser exceção, não regra.

4. Cotas associativas no lugar de ajustes que “quebraram”

Cotas que perdem a referência, linhas que precisam ser redesenhadas, textos que sobem sozinhos: esse é o sintoma clássico de um modelo não associativo.

o jeito difícil

Mover a cota manualmente porque a parede mudou de lugar.

o jeito mtd.

A cota deve estar sempre vinculada ao nó do elemento. Se você precisa “ajustar” cotas, seu método de modelagem falhou em algum ponto de conectividade. A mágica do BIM está na associatividade.

5. Módulos associados no lugar do Ctrl+C / Ctrl+V entre arquivos

O clássico copiar e colar de um arquivo para outro é a morte da coordenação BIM. Isso gera duplicidade de parâmetros e perda total da inteligência do projeto.

o jeito difícil

Copiar pedaços de projetos antigos para projetos novos.

o jeito mtd.

O uso de Módulos Associados. Quando você trabalha com módulos, você mantém a integridade do dado. O projeto é um organismo, não uma colcha de retalhos de arquivos copiados.

perguntas frequentes

Autotexto funciona em qualquer versão do ArchiCAD?

Sim, o recurso existe há muitas versões. O que muda é a quantidade de variáveis disponíveis; nas versões recentes dá para vincular praticamente qualquer informação do projeto.

Vale a pena migrar projetos antigos para módulos?

Em geral, não. O ganho está em estruturar os projetos novos. Projeto antigo se mantém como está. O método começa no próximo arquivo que você abrir.

Quanto tempo leva para estruturar um template que elimine esses cliques?

Depende do ponto de partida, mas o caminho mais rápido não é montar o template “no vácuo”, é extraí-lo de um projeto piloto real. Explicamos essa lógica no artigo sobre template oficial.

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o atalho3 rotinas manuais que drenam a produtividade do escritório BIM estética do processoTemplate ArchiCAD: do projeto piloto ao padrão oficial

Quer ver esses atalhos aplicados no seu fluxo?

O mtd.bim implanta o método no seu escritório: do template à autonomia da equipe.

veja como funciona
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Compatibilização BIM: como auditamos um prédio inteiro em 2 horas

Eram quase 18h quando abrimos o modelo. O estrutural já tinha sido revisado; restavam elétrica, hidráulica e climatização. Pelo padrão do mercado, o esperado era uma madrugada inteira de reunião. Levamos menos de duas horas.

Antes que a desconfiança se instale, uma clareza importante: o que fizemos em duas horas foi a auditoria final do sistema, não a modelagem. Ninguém compatibiliza um prédio do zero em duas horas. E quem prometer isso merece a sua desconfiança. As duas horas só existem porque as semanas anteriores foram de rigorosa aplicação do método. Quando o projeto nasce estruturado, a compatibilização é a validação final de um processo que já estava alinhado desde o primeiro dia.

Como funciona a compatibilização reativa (e por que ela falha)

A maioria dos escritórios trabalha de forma reativa: modela, envia o arquivo, recebe um relatório de interferências com centenas de alertas e passa dias resolvendo problemas que poderiam ter sido evitados na concepção. Se a sua exportação IFC depende de ajustes depois da modelagem, provavelmente o problema começou muito antes da exportação.

Para nós, compatibilização é um estado de espírito, não uma etapa final. A auditoria de duas horas é resultado de três pilares implementados na estrutura do modelo.

Classificação e IFC: a linguagem que o modelo precisa falar

O BIM só funciona se o computador entender o que é “estrutura”, “vedação” ou “instalação”. Se a classificação do elemento no ArchiCAD está errada, o IFC (a linguagem universal da compatibilização) sai comprometido. A integridade do dado começa no primeiro clique.

Regras, não geometria

Encarar a compatibilização como “verificar se uma viga cruza um tubo” é gastar energia física. Quando você entende que compatibilização é uma questão de regras de ocupação de espaço, o processo se automatiza: se o modelo segue regras rígidas de modelagem, as interferências óbvias simplesmente param de existir.

O modelo como banco de dados

O 3D é o resultado final, mas a inteligência está nos parâmetros. Quando as propriedades dos elementos “conversam” entre si, a verificação vira leitura de dados, não uma busca visual por erros em um oceano de polígonos.

o que já nos custou caro

Nem sempre foi assim, e dois erros nossos explicam por que levamos classificação tão a sério.

Uma vez, abrimos um projeto com uma diferença de quase 100 m² no quantitativo de piso. Nada estava “errado” no desenho: um elemento tinha sido classificado incorretamente, e a tabela somava o que não devia. O modelo parecia certo aos olhos, mas mentia nos dados.

Em outro projeto, uma escada não atendia o pé-direito mínimo de passagem exigido pela norma dos Bombeiros. A checagem do modelo estrutural contra a projeção de altura que o próprio ArchiCAD gera para a escada não tinha sido feita. A ferramenta avisava; o processo não escutou.

Nos dois casos, a lição foi a mesma: o problema nunca esteve no relatório de interferências. Estava na fundação do modelo.

A pergunta certa

Se o seu escritório ainda gasta dias, ou semanas, em reuniões de compatibilização, a pergunta não deve ser “qual software eu uso para compatibilizar?”, e sim: “qual método eu aplico para que o modelo nasça compatibilizado?”

perguntas frequentes

Quanto tempo leva uma compatibilização BIM normalmente?

Num fluxo reativo, dias ou semanas, entre relatórios e reuniões. Num fluxo estruturado, a etapa final vira uma auditoria de horas, porque o grosso do trabalho foi diluído ao longo da modelagem.

O que é classificação IFC e por que ela importa?

É a informação que diz ao sistema o que cada elemento é (parede, viga, tubulação). Sem ela correta, quantitativos mentem e a verificação entre disciplinas perde confiabilidade, como no caso dos 100 m² acima.

Compatibilização vale para projetos pequenos?

Vale. A escala muda o volume, não a lógica. Nosso método foi aplicado de 6 m² a 14.000 m², e o raciocínio é o mesmo: dado íntegro desde o início.

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a inteligênciaParametrização no ArchiCAD: como ela reduz retrabalho estética do processoTemplate ArchiCAD: do projeto piloto ao padrão oficial

Onde a inteligência do seu fluxo está travando?

Em 8 perguntas, o mtd.scan diagnostica como o seu escritório se organiza antes de abrir qualquer programa.

fazer o diagnóstico
← voltar ao mtd.log estética do processo

Como organizar um projeto no ArchiCAD: por que organização é a chave do executivo

Muitos escritórios acreditam que a qualidade de um projeto executivo reside apenas no detalhamento do render ou na complexidade da modelagem. Mas a verdadeira “estética” de um projeto de alta performance não está apenas na geometria: está na clareza do caminho percorrido até ela.

Se o seu escritório sofre com prazos estourados, dúvidas constantes na execução ou a sensação de que o projeto “não fecha”, o problema raramente é falta de talento. É a desorganização do processo. Organização não é tarefa administrativa; é a chave que destrava a rentabilidade e a previsibilidade que todo arquiteto busca.

o caso do arquivo de 1 GB

Certa vez, um arquivo nosso passou de 1 GB sem nenhum objeto 3D pesado dentro. Investigamos: o projetista tinha criado vários clones de pastas de Documento 3D, muitos sem uso nenhum, e cada vista clonada carregava peso invisível para o modelo.

Nada ali era “erro de software”. Era desorganização acumulada. O tipo de caos que não aparece na prancha, mas trava a máquina, a equipe e o prazo. Organização, no BIM, também é performance.

Como estruturar o executivo: três pilares visuais

Quando falamos em estética do processo, falamos de como a equipe consome e produz informação. Se a informação está dispersa, o projeto é confuso e custoso. Três pilares transformam o caos em fluxo:

Template como estrutura. Um template bem desenhado não é um arquivo com blocos prontos: é a fundação do executivo. Ele garante que a linguagem gráfica e a informação técnica sejam consistentes, do primeiro ao último projeto.

Mind maps para gestão de escopo. Antes de abrir o ArchiCAD, desenhamos o caminho. Mapas mentais para etapas e responsabilidades tiram o “peso” do projeto da cabeça dos sócios e o colocam num suporte visual que a equipe consulta a qualquer momento.

Tabelas como dashboards. Uma tabela de quantitativos bem estruturada não é só levantamento de custos, é um painel que mostra a saúde do projeto em tempo real. Se o número não bate, o fluxo está errado. (Foi exatamente uma tabela assim que denunciou os 100 m² de diferença que contamos no artigo de compatibilização.)

Redução de fricção: onde a estética vira inteligência

A estética do processo é sobre reduzir fricção. Quando o fluxo é visual e organizado, o erro se torna óbvio, você não precisa procurá-lo; ele se destaca no meio da clareza. A organização não limita a criatividade; ela a libera. Quando ninguém precisa se perguntar onde está o arquivo ou qual é a versão final da prancha, sobra espaço mental para o que importa: a arquitetura.

Organizar é desenhar o futuro do escritório

Mudar a forma como o escritório se organiza é, no fundo, uma escolha de design. Dá para seguir operando numa colcha de retalhos de processos, ou desenhar um sistema que funcione como engrenagem de precisão. A mtd. existe para ajudar escritórios a desenharem esses sistemas, transformando gestão técnica em vantagem competitiva.

perguntas frequentes

Por que meu arquivo ArchiCAD está pesado?

Nem sempre são objetos 3D. Vistas e Documentos 3D clonados, bibliotecas infladas e atributos duplicados são vilões silenciosos. Vale auditar o Mapa de Vistas antes de culpar o modelo.

Mind map substitui software de gestão?

Não substitui: Antecede. O mapa define escopo e responsabilidade antes de qualquer ferramenta; depois, a gestão do dia a dia roda onde a equipe preferir.

Qual a melhor forma de organizar as pastas do projeto?

A que a equipe inteira consegue seguir sem pensar: estrutura enxuta, nomenclatura rígida e uma única “fonte da verdade”. O padrão exato importa menos do que ele ser inegociável.

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estética do processoTemplate ArchiCAD: do projeto piloto ao padrão oficial o atalho5 cliques que você não precisa dar todo dia no ArchiCAD

Queremos ajudar você a abrir essa porta.

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3 rotinas manuais que drenam a produtividade do escritório BIM

a história das portas

Descobrimos na obra. As portas já estavam compradas, e não cabiam nos vãos. Todas as medidas de porta da casa estavam erradas.

A causa não foi desatenção de ninguém: foi um favorito errado. No ArchiCAD, existem favoritos que medem o vão de luz e favoritos que medem o vão total, e o projetista usou o que não devia. Um detalhe de padronização, invisível na prancha, que virou custo real na obra.

É esse tipo de rotina “automática” e não padronizada que este artigo disseca.

Existe um conforto perigoso em fazer como sempre foi feito. Na arquitetura, o acúmulo de vícios de processo é muitas vezes confundido com experiência. Mas sob a ótica da inteligência do fluxo, o que chamamos de “jeito de trabalhar” costuma ser um dreno silencioso de margem de lucro (e de sanidade) da equipe.

No pilar “O Atalho”, não sugerimos pular etapas nem sacrificar qualidade. Sugerimos eliminar o ruído para que a essência do projeto brilhe. Três rotinas manuais que merecem ser aposentadas:

1. Nomenclatura de arquivos: padrão, não criatividade

Cada projeto nasce com uma lógica nova de nomes de arquivos, vegetais ou objetos. O resultado? Uma equipe que não encontra nada e um BIM Manager que passa o dia organizando o caos alheio.

o jeito difícil

Decidir a nomenclatura no momento em que você está salvando o arquivo, projeto a projeto.

o jeito mtd.

Nomenclatura é uma linguagem. Se o escritório não fala a mesma língua em todos os projetos, você não tem um processo: tem uma coleção de arquivos isolados. O padrão de nomes deve ser rígido, simples e inegociável.

2. Desenho 2D sobre o modelo 3D

Muitos arquitetos ainda “tapam buracos” do modelo usando linhas e tramas 2D na prancha final. É usar o software como prancheta digital, desperdiçando a inteligência paramétrica do ArchiCAD.

o jeito difícil

Modelar o essencial e “desenhar o resto” na prancha para bater as medidas.

o jeito mtd.

Se você precisa desenhar uma linha em cima do modelo para que ele fique aceitável, o modelo está errado. A correção é na fonte. Assim, se o projeto mudar, a documentação se ajusta sozinha. É a diferença entre desenhar e projetar.

3. Biblioteca do zero a cada novo cliente

A vontade de oferecer algo único é louvável. Reinventar a biblioteca e o template a cada cliente, não. Escritórios de alta performance entregam criatividade em cima de uma base técnica inabalável.

o jeito difícil

Começar a biblioteca de componentes do zero para cada novo edifício.

o jeito mtd.

O seu template oficial é o seu ativo mais valioso. Nele você investe em objetos, tabelas e estruturas que resolvem 90% dos projetos. Os outros 10% são a sua margem para criar, e não para sofrer com a ferramenta. (É aqui que os favoritos certos, como os de vão de porta, deixam de depender da memória de alguém.)

perguntas frequentes

Como padronizar a nomenclatura de arquivos do escritório?

Defina uma estrutura curta (projeto-disciplina-etapa-versão, por exemplo), documente num POP de uma página e trate como regra inegociável. Simplicidade vence sofisticação.

Desenho 2D sobre o modelo é sempre errado?

Detalhes construtivos têm seu lugar em 2D. O problema é o 2D corretivo: quando a linha existe para esconder um modelo que não fecha.

Como montar uma biblioteca de componentes sem inflar o arquivo?

Extraindo do uso real: o que se repetiu em projetos entregues entra; o “pode ser que um dia use” fica de fora. Biblioteca boa é enxuta.

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o atalho5 cliques que você não precisa dar todo dia no ArchiCAD estética do processoTemplate ArchiCAD: do projeto piloto ao padrão oficial

Quantas dessas rotinas vivem no seu escritório?

Continue a leitura: o próximo artigo mostra os cinco cliques que você pode aposentar hoje.

ler o próximo artigo
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Sistema, não sorte: como a parametrização no ArchiCAD reduz retrabalho

Mito: “paramétrico é enfeite”

Muitos arquitetos olham para o design paramétrico e pensam imediatamente em formas complexas, orgânicas e (na maioria das vezes) inúteis para a rotina de um escritório focado em projetos comerciais ou residenciais. Existe um estigma de que paramétrico é sinônimo de complexidade desnecessária.

No jeito mtd., parametrização não é sobre fazer formas impossíveis. É sobre tomada de decisão. Se o seu escritório depende da sorte para que uma alteração de projeto não quebre o conjunto de pranchas, você não tem um sistema; tem uma fragilidade.

a rampa que passou batido

Um projeto nosso saiu com a rampa totalmente incompatível com a norma de acessibilidade, e só descobrimos depois da entrega ao cliente.

A causa? O projetista usou um rótulo que não puxava a informação automática de inclinação da rampa. Era um texto simples. Quando a inclinação mudou, o texto continuou dizendo a inclinação antiga com toda a confiança do mundo.

Um rótulo paramétrico teria se atualizado sozinho. Um texto “congelado no tempo” virou constrangimento com o cliente. Foi essa obra que gravou em nós a frase que hoje repetimos como mantra.

Parâmetros são decisões congeladas

Ao definir os parâmetros de um objeto no seu template autoral, você toma uma decisão técnica uma única vez, de forma consciente. Nos projetos seguintes, você não está apenas “usando um objeto”, está aplicando uma decisão de projeto validada.

o jeito difícil

Checar manualmente, em cada prancha, se a especificação de uma janela condiz com o memorial descritivo após uma alteração de projeto.

o jeito mtd.

O parâmetro da janela está vinculado ao mapa de especificações. Se a janela muda, o memorial (e todas as pranchas) se atualizam automaticamente. Isso é decisão, não é sorte.

Onde a parametrização reduz retrabalho no ArchiCAD

O maior inimigo do escritório não é o prazo apertado; é a falta de previsibilidade. A parametrização ataca o retrabalho em três frentes:

O sistema é a sua segurança

Enquanto outros escritórios dependem da sorte (ou da memória do arquiteto sênior) para evitar erros, o escritório que adota o método depende do sistema. O sistema não esquece. O sistema não fica cansado. O sistema garante que a inteligência aplicada no início do projeto chegue intacta à entrega final.

perguntas frequentes

Essa lógica vale para o Revit também?

O raciocínio (decisões congeladas em parâmetros) é agnóstico de ferramenta. Nossa prática profunda é em ArchiCAD, mas o princípio se aplica a qualquer plataforma BIM.

Parametrização funciona em projetos pequenos?

Funciona, e talvez até mais: no projeto pequeno, cada hora de retrabalho pesa proporcionalmente mais na margem. Nosso método rodou de 6 m² a 14.000 m².

Posso parametrizar sozinho ou preciso de consultoria?

Dá para começar sozinho pelos rótulos e favoritos críticos (inclinação de rampa é um ótimo primeiro alvo). A consultoria acelera quando o objetivo é transformar isso em padrão de escritório, não em iniciativa individual.

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a inteligênciaCompatibilização BIM: como auditamos um prédio inteiro em 2 horas estética do processoTemplate ArchiCAD: do projeto piloto ao padrão oficial

Seu fluxo é um sistema robusto ou depende da sorte?

O mtd.scan diagnostica, em 8 perguntas, se a inteligência dos seus processos está sendo subutilizada.

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Template ArchiCAD: do projeto piloto ao padrão oficial do escritório

Todo escritório de arquitetura já passou por isso: você baixa um template “matador” na internet, promete que vai organizar o escritório e, duas semanas depois, a equipe voltou a fazer gambiarras, copiar arquivos antigos e ignorar completamente o tal do padrão.

Por que isso acontece? Porque um template não pode ser uma teoria abstrata. Um template que funciona é a memória de um projeto bem resolvido. No jeito mtd., não acreditamos em templates de prateleira; acreditamos em padrões extraídos da sua própria realidade.

Por que o “template ideal” modelado no vácuo falha

Muitos escritórios tentam criar o padrão perfeito imaginando todas as possibilidades. O resultado é um arquivo pesado, cheio de elementos que ninguém usa e uma biblioteca complexa demais para a equipe entender. O verdadeiro padrão nasce da necessidade: surge quando você resolve um problema difícil num projeto real (uma esquadria complexa, uma tabela de quantitativos que bate com a obra, uma hierarquia de vegetais impecável) e decide: “isso vira regra a partir de agora”.

bastidores: o IFC que sumiu

Um dia, recebemos um IFC que simplesmente não aparecia no 3D, e não o encontrávamos em lugar nenhum do modelo. Horas de procura.

A causa era humilde: o IFC tinha sido importado num template incorreto, e as configurações daquele arquivo o tornavam invisível ao fluxo. Nenhuma ferramenta estava quebrada; a fundação é que estava errada.

Foi mais uma prova de que o template não é um “arquivo de partida”. É a regra do jogo: inclusive para o que entra de fora.

O projeto piloto: como validamos o padrão

Na mtd., quando iniciamos uma implantação, não começamos pelo software. Começamos pelo projeto piloto:

Do piloto à rotina: a única fonte da verdade

Quando um projeto real vira padrão oficial, a estética do processo muda. O caos da pasta do servidor dá lugar a uma estrutura previsível. Você deixa de inventar a organização a cada projeto e passa a aplicar um sistema que sabe, por experiência própria, que funciona. O template vira a única fonte da verdade: se a dúvida surgir, a resposta está lá, o que elimina a dependência de uma pessoa-chave e permite escalar a produção sem perder qualidade.

Por que isso é diferente de um curso

A mtd. não vende apostila genérica. Entregamos a construção do seu padrão. Enquanto um curso ensina a apertar botões, o método ajuda você a olhar para o próprio trabalho, entender o que é o seu melhor e elevar isso a padrão oficial. É transformar esforço individual em ativo do escritório.

perguntas frequentes

Template pronto da internet funciona?

Como ponto de estudo, sim. Como padrão do escritório, raramente. Ele carrega decisões que não são suas e ignora as que são. Duas semanas depois, a equipe o abandona.

Quanto tempo leva para criar um template oficial?

O ciclo de um projeto piloto, porque é dele que o padrão é extraído. Mais importante que a velocidade é a validação: cada item do template já nasceu testado em obra de verdade.

O que é um “projeto piloto” na implantação BIM?

Um projeto real do escritório, escolhido para ser modelado dentro do método. Ele serve de laboratório: o que funciona nele é congelado e vira o padrão dos próximos.

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a inteligênciaSistema, não sorte: parametrização no ArchiCAD contra o retrabalho estética do processoComo organizar um projeto no ArchiCAD: a estética do processo

Seu padrão oficial está esperando dentro dos seus próprios projetos.

Vamos identificar qual é o seu projeto piloto e como extrair dele a inteligência do seu fluxo.

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Como a marca mãe é mtd., cada consultoria nasce como um módulo do mesmo sistema.

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A caixa de ferramentas. Templates e bibliotecas prontas: ticket de entrada mais acessível que o mtd.bim.

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Laboratório de processos. Gestão empresarial, comercial e financeira do escritório de arquitetura.

Gisele Carvalho, arquiteta, sócia e Head of BIM Process na GOAH Arquitetura e líder técnica da mtd., trabalhando sobre pranchas de projeto.
sobre

O braço técnico que a GOAH compartilha com o mercado.

A mtd. é o método inteligente de rotinas arquitetônicas conduzido por Gisele Carvalho — arquiteta, sócia e Head of BIM Process na GOAH Arquitetura (CAU A234585-4/MG), com apoio institucional do escritório.

Enquanto o hub compartilha sabedoria comercial entre empreendedores, a mtd. compartilha sabedoria técnica entre arquitetos transferindo anos de prática em BIM e gestão de projetos para escritórios que já sentem o peso da desorganização.

Quem conduz a mtd.

Gisele descobriu cedo sua fascinação pela infraestrutura do design: começou em 2009 com software 3D de marcenaria (antes de existir BIM) movida pela vontade de entender como as coisas funcionam para torná-las melhores. Foi ensinando a ferramenta BIM que enxergou o que realmente faltava aos escritórios não era software, era organização. Dessa percepção nasceu o método.

Como Head of BIM Process da GOAH, coordenou por cinco anos projetos de 6 m² a 14.000 m² — de comerciais e corporativos a incorporação — fazendo a ponte entre as equipes de arquitetura e engenharia e entregando todas as disciplinas compatibilizadas. Desenvolveu do zero o padrão do escritório: template autoral em constante evolução, bibliotecas, nomenclatura, POPs e BEPs, e a coordenação de complementares. É essa expertise (destilada de anos testando e refinando o que funciona) que a mtd. leva para outros escritórios, construindo com cada equipe um método próprio, feito sob medida. Não uma cópia.

arquétipo

O Mágico, com pitadas de Governante. A mtd. não apenas ensina: transforma. Pega um processo caótico e, através da técnica, o torna simples.

Não vendemos curso solto de software. Entregamos a construção de uma estratégia: diagnosticamos o fluxo atual, modelamos um piloto real e devolvemos ao arquiteto o tempo para criar.

GOAH

A mtd. nasce dentro da GOAH Arquitetura — escritório multidisciplinar de arquitetura e engenharia que, em cinco anos, quase quadruplicou em equipe, metragem e valor percebido, com um fluxo de projeto inteiramente estruturado e documentado.

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